K 10
REVEILLON Por Kleber de Sousa Chupa minha boceta! Ela gritou tão alto que, não fosse a algazarra da virada de ano, todo o prédio teria escutado. E eu obedeci. Eu, que era mais experiente e deveria comandar o espetáculo, tinha uma jovem me dando ordens. Claro que era exatamente isso que eu faria de qualquer jeito, mas vê-la pedindo, não, mandando, só me deixou com mais tesão. A situação toda foi inesperada: o irmão dela insistiu muito pra eu passar o ano novo com eles e ela, Karina, me foi apresentada assim que cheguei. Ela me olhou diferente, mas não me senti à vontade para fazer nada a respeito. Na mesma noite, depois de algumas cervejas, tive que liberar espaço na minha bexiga. Perguntei à Karina onde era o banheiro. Ela gentilmente me pegou pela mão e me conduziu ao andar de cima. O apartamento é duplex e no caminho vi que passamos por um lavabo. Eu não disse nada. Fique a vontade, disse ela enquanto abria a porta para mim. Acabei indo parar no banheiro do quarto dela. As crianças fazem muita sujeira no banheiro lá de baixo, ela emendou. Pode ficar a vontade, eu vou me trocar enquanto você faz xixi. ´Faz xixi´, me pareceu tão pueril que fiquei com remorso dos meus pensamentos. E eu poderia fazer tudo naquele banheiro, menos ficar a vontade. Não havia porta entre ele e o quarto. E a situação em si aumentava a tensão. Dei descarga e fui saindo do banheiro. Não havia nenhum barulho no quarto. Talvez ela tenha descido, pensei. Quando saí do banheiro senti as mãos dela me pegando pela cintura e seus volumosos seios apertados contra as minhas costas. Virei e a beijei loucamente. Para minha surpresa, mais uma na noite, ela me jogou sobre a cama e veio por cima de mim. Arrancou toda minha roupa enquanto me beijava e me acariciava. Dei atenção especial aos seios dela, divinas tetas como na música. Foi ai que vieram as palavras mágicas: chupa minha boceta. Ela abriu um pouco as pernas e eu mergulhei. Alternando lambidas nos lábios e no discreto clitóris eu a deixei pronta pra ser fodida. Só que eu não tenho pau e não achei que ela estava pronta para sentir minha boceta. Comecei então com um dedo. Logo dois e três. Karina se contorcia de prazer. E acabou por gozar tão intensamente que pensei que ela quebraria meus dedos. Ela me beijou e mais uma surpresa, ela quis retribuir. Da forma que ela começou me chupando deve ter sido a primeira vez dela. Mas a garota aprendeu rápido. Tudo já estava indo muito bem quando ela parou apenas para se ajeitar melhor e me comer com um dos peitos. Quase explodi! Um pouco antes de eu gozar ela parou novamente. A novata tinha me superado definitivamente. Karina trançou suas pernas nas minhas e nossos sexos se tocavam freneticamente. Um barulho na porta. Passos e vozes de crianças. A porta se abriu um pouco, o suficiente para deixar entrar a luz do corredor. Não ligamos. Mais passos de crianças correndo e silêncio. Não resisti mais. Karina gozou novamente logo em seguida. Depois de um longo beijo nos vestimos. Lavei a boca porque ainda poderia beijar o irmão dela naquela noite e não queria dar bandeira. Descemos deixando apenas um lençol molhado como prova.
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